''O QUE PODEMOS FAZER PARA QUERER FIRMEMENTE AQUILO QUE RECONHECEMOS SER O MELHOR PARA NÓS E PARA NOSSA ESPÉCIE?''

23 de dez de 2009

Sobre o Aluminio, o uso e seus malefícios.



PRIMEIRAMENTE:
NAO ACREDITEM DE FORMA ALGUMA NISSO:
Além de contraditório, é o que eles querem que você ache, eles não vão fechar a industria, seu lucro diário do comércio e utilização do alumínio só porque minoritas pessoas conscientes dizem que faz mal.
Olhos atentos!

Breve história...


Tanto na Grécia como na Roma antigas se empregava a pedra-ume (do latim alūmen ), um sal duplo de alumínio e potássio, 

Geralmente é dado a Friedrich Wöhler o reconhecimento do isolamento do alumínio, fato que ocorreu em 1827, apesar de o metal ter sido obtido impuro alguns anos antes pelo físico e químico Hans Christian Ørsted.
Em 1807, Humphrey Davy propôs o nome aluminum para este metal ainda não descoberto. Mais tarde resolveu-se trocar o nome para aluminium por coerência com a maioria dos outros nomes latinos dos elementos, que usam o sufixo -ium. Desta maneira ocorreu a derivação dos nomes atuais dos elementos em outros idiomas. Entretanto, nos EUA, com o tempo se popularizou a outra forma, hoje admitida também pela IUPAC.
Apesar do alumíno ser um metal encontrado em abundância na crosta terrestre raramente é encontrado livre. Suas aplicações industriais são relativamente recentes, sendo produzido em escala industrial a partir do final do século XIX. Quando foi descoberto verificou-se que a sua separação das rochas que o continham era extremamente difícil. Como conseqüência, durante algum tempo, foi considerado um metal precioso, mais valioso que o ouro. Com o avanço dos processos de obtenção os preços baixaram continuamente até colapsar em1889, devido à descoberta anterior de um método simples de extração do metal. Atualmente, um dos fatores que estimulam o seu uso é a estabilidade do seu preço, provocada principalmente pela sua reciclagem.


Em 1859, Henri Sainte-Claire Deville anunciou melhorias no processo de obtenção, ao substituir o potássio por sódio e o cloreto simples pelo duplo. Posteriormente, com a invenção do processo Hall-Héroult em 1886, simplificou-se e barateou-se a extração do alumínio a partir do mineral. Este processo, juntamente com o processo Bayer , descoberto no mesmo ano, permitiram estender o uso do alumínio para uma multiplicidade de aplicações até então economicamente inviáveis.
A recuperação do metal a partir da reciclagem é uma prática conhecida desde o início do século XX. Entretanto, foi a partir da década de 1960 que o processo se generalizou, mais por razões ambientais do que econômicas. (será ?)


O processo ordinário de obtenção do alumínio ocorre em duas etapas: a obtenção da alumina pelo processo Bayer e, posteriormente, aeletrólise do óxido para obter o alumínio. A elevada reatividade do alumínio impede extraí-lo da alumina mediante a redução, sendo necessário obtê-lo através da eletrólise do óxido, o que exige este composto no estado líquido. A alumina possui um ponto de fusão extremamente alto (2000 °C) tornando inviável de forma econômica a extração do metal. Porém, a adição de um fundente, no caso acriolita, permite que a eletrólise ocorra a uma temperatura menor, de aproximadamente 1000 ºC. Atualmente, a criolita está sendo substituída pela ciolita, um fluoreto artificial de alumínio, sódio e cálcio.

Alumínio e a sua saúde

O alumínio tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas. Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem.

Em suma, o alumínio é muito útil, porém mortal.

Não há evidências que o alumínio tenha qualquer função vital em plantas ou animais. Está presente em quantidades mínimas nos tecidos de animais, sangue e urina. O conteúdo total no organismo humano estima-se que seja de 50 a 150mg. As maiores concentrações encontram-se nos pulmões talvez devido a poluição atmosférica.

Faixas de concentração de alumínio em nutrição humana:
- em vegetais: 5 – 9,5 ppm.
- frutas frescas de bagas e frutas com caroço: 2 – 4 ppm.
- frutas cítricas: menos que 0,1 – 0,2 ppm.
- leite de vaca: 0,4 – 0,8 mg/l.
- carne de músculos e órgãos: 0,2 – 0,6 ppm.

A faixa de ingestão diária de alumínio na dieta de seres humanos está em torno de 1O à 100mg.



  • Interações:


O excesso de alumínio interfere com a absorção de selênio e potássio.
Dietas pobres em cálcio e ricas em fosfatos favorecem o aumento de alumínio.

Fontes de contaminação
Queijos, panelas, embalagens, tubos de pasta dental, cigarros, creme tártaro, alimentos enlatados, desodorantes, cerveja em lata, leite em caixa, antiácidos com hidróxidos de alumínio.


Doenças causadas pela Toxicidade do alumínio

O excesso de alumínio no organismo provoca constipação intestinal, cólicas abdominais, anorexia, cefaléia, esquecimento, distúrbios de aprendizado, hiperatividade, crises convulsivas, incoordenação motora, demência pré-senil, padrão de fala alterados, diminuição das funções hepáticas e renais.

Tem sido encontrado em altas dosagens nos cérebros de doentes que faleceram com síndrome de Alzheimer e doença de Parkinson,

Orientações higieno-dietéticas:

1-remova ou diminua as fontes de exposição ao metal.
2-aumente o aporte de cálcio, magnésio e vitamina. B6.
3-Diminua o aporte de potássio.
4-Reduza o uso de antiácidos.
5-O alumínio não pode ser quelado, mas pode ser substituído.


Tratamento da intoxicação, desintoxicar-se:

O uso de fibras vegetais é importante para retirada dos metais do organismo.
[pesquise formas de purificação do organismo]
[pesquise alimentos desintoxicantes, alcalizantes, purificadores]

Sabe-se que várias fibras vegetais tem propriedades de quelar metais pesados. A pectina é uma fibra encontrada na maçã e que tem bastante afinidade pelo alumínio. Doses indicadas: 1,0-3,0 gr/dia.

Frutos que contém muita vitamina C, não usa-los em demasia. Variar bastante.


MALEFICIOS DO USO DO ALUMINIO


Panelas podem transferir alumínio para alimentos.


Alimentos preparados em panelas de alumínio e aço inox podem absorver metais durante o cozimento e afetar a saúde humana. Segundo uma pesquisa realizada na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP nestes recipientes é maior a transferência do alumínio (metal tóxico) para a água, e desta para os alimentos. No processo de cozimento do arroz e do feijão, a engenheira Elaine Cristina Bocalon encontrou quantidades excessivas do metal.

A transferência de alumínio em água com sal (10 gramas em 4 litros) foi de 20 miligramas por litro (mg/L) após 3 horas de fervura, quando o admissível seria de 12 a 14 mg/dia. A grande quantidade de alumínio pode trazer vários danos à saúde humana. "Esse metal causa inflamações, seu vapor afeta gravemente os pulmões e há estudos que mostram uma concentração de alumínio no cérebro de pessoas que morreram com mal de Alzheimer", explica Elaine.
A pesquisa também constatou que essa transferência - que depende do tipo de utensílio, da água corrente e de alguns alimentos - cresce com uma maior quantidade de sal e com o pH (Potencial Hidrogeniônico) mais básico. Aumentando-se a salinidade, por exemplo, de 10 para 50 gramas por 4 litros, a concentração de metais na água subiu 25%. Já a variação do pH, elevando-o de muito ácido para muito básico, aumentou em 160% a concentração do alumínio na água.

No cozimento do arroz por 10 minutos, na panela de alumínio, a concentração do metal quase dobrou e na de aço inox, o aumento passou de 130%, comparando-se ao arroz não lavado. No feijão, cozido na panela de alumínio, a concentração do metal subiu aproximadamente 35% em relação ao grão não lavado.

Outros recipientes
A transferência de alumínio para os alimentos é praticamente a mesma quando as panelas são feitas deste metal ou de aço inox. Apesar disso, o aço inox tem algumas vantagens - ele também passa nutrientes: nele foram encontradas as únicas concentrações de cromo detectadas pela pesquisa e as maiores quantidades de ferro. São transferências benéficas de metal, desde que não sejam exageradas. A pesquisadora lembra que os médicos costumavam indicar a pessoas com anemia que cozinhassem em panelas de ferro, para que o metal fosse para o alimento e suprisse as carências do doente. Além disso, não houve transferência de níquel, tóxico. Já a panela de alumínio passou o metal tanto para o arroz quanto para o feijão.

As panelas de teflon parecem ser uma barreira a essa passagem de metais, explica a pesquisadora. Elaine, que estudou o cozimento de alimentos em água do sistema de distribuição de Ribeirão Preto, vai agora fazer novos estudos com água contaminada por partículas de alumínio nas panelas de teflon para verificar se ainda assim não haverá transferência. "Ainda não terminei a pesquisa com o teflon, mas acredito que seja a melhor", afirma.
A pesquisa foi feita com panelas novas. Lavar as panelas com esponja de aço, por exemplo, alteraria esses resultados, podendo aumentar a transferência de metais da água da panela para os alimentos. A pesquisadora faz outras recomendações, como adicionar o sal apenas após o cozimento dos alimentos; evitar utensílios de alumínio, especialmente as pessoas que sofrem de insuficiência renal crônica; evitar esquecer panelas no fogo e preferir os recipientes de teflon ou aço inox.

Fonte: Agência USP



minha opinião talvez não tão importante pra seu pensamento:


Por que trocar hábitos antigos por novos hábitos insalubres?
Era e é tao bom comer um alimento preparado em uma panela emque nao se soltarão residuos toxicos e metais pesados no seu alimento, que nada é do que vida, algo sagrado, hoje não tao valorizado pela maioria dos cordeirinhos [população]. Sendo exageradamente contaminada com condimentos, sal refinado, temperos industriais.


Até ouço falar de que o sabor da comida muda. Nunca ouvi algo que fala-se mal das pobres panelas de barro, a terra é uma parte da natureza, cuja estamos ligados, por mais que tentem nos desligar dela, criando tecnologias fúteis e distrações, nunca desconectaremos dela por completo, somos parte dela, é como uma mãe e sua cria, já ouvirmos tantas historias de que a mãe até consegue pressentir quando o filho sofre ou esta em apuros não é mesmo? 


A lama nada é do que terra molhada, a terra traz consigo vários nutrientes de que nosso corpo se auxilia, isso é fato, existem muitos tratamentos a base de terra, argila, lama, etc e é fácil de se imaginar que no máximo, de uma panela de barro, posa até soltar algum elemento, mas qual mal teria um elemento como ferro, soltar-se em sua comida, raramente? :)


A praticidade em massa leva ao esquecimento dos padroes corretos do uso de utensilios na vida cotidiana. A midia é a maior responsavel por dar o sobro viciante do consumo, gerando a imagem de que panelas tramontina e outras industriais sao otimas, a dona de casa vê aquela panela brilhante e simétrica, e a compra, sem nem ao menos ler, informar-se sobre o metal que é usado, e a maneira de usa-la, muitas vezes ao se alimentar ainda raspa a panela, imaginem o atrito que gera uma colher grossa de arroz raspando no cantinho de uma panela de alumínio velha, tentam imaginar a quantidade de alumínio que entrará no organismo da pessoa. Sem querer e até por ignorancia total, nos continuamos esses habitos e até damos de presente panelas de alumínio e teflon, achando que de certa forma isso é correto, isso é agir sem o questionamento interno sobre os valores, me diga isso é certo? Não é certo agir sem pensar... 
O Alumínio é um metal leve, e o corpo adquirira esse novo inimigo na sua luta diária e constante sobre os males que sao intrusos no nosso organismo e vitalidade, como químicos em geral, poluentes e coisas artificiais que sao colocadas sem permissão em nosso alimento, utensilios de higiene, água e ar todos os dias. Fico imaginando a quantidade de energia que nosso corpo deve gastar pra tentar auto-purificar/curar/defender/expulsar nosso organismo desses ataques prejudiciais, em especial pras pessoas que não ligam para o que comem e o que usam, deduzo tbm que isso não é aparentemente visivel, mas que em escala de tempo ampla, isso acarretará alguns transtornos.


por le [reflexo-natural.blogspot.com]


14 de dez de 2009

Ciência, Nutrição e Espiritualidade.

tirado da revista SEICHO-NO-IE
ANO XVIII - nº 215 Junho de 2003

:: Página 27 -29 ::


'' Carne, ovos, leite constituem a base de uma alimentação saudável, por conta de sua proteína, um nutriente fundamental para a alimentação. ''


O ensinamento Seicho-No-Ie diz:

''Por que necessita o homem de comer tanta carne, se o boi alimenta-se apenas de capim e produz cerca de meia tonelada de carone?''
''Seria o boi mais evoluido que o homem, pois consegue produzir carne a partir do capim? ''

Enfim, cai por terra a crença de que a carne significa proteína, e que esta é fundamental para a vida.
Hoje este antigo conceito cai por terra, em função dos novos conhecimentos da ciêcia da nutrição.
Sábio mestre Masaharu Taniguchi!
Hoje já se reconhece que a necessidade é de aminoácidos, e não de proteínas em si. E o que são aminoácidos?
São as unidade integrantes fundamentais das proteínas, insto é, as proteínas são macromoléculas compostas de um grande numero de aminoácidos. Além de encontrarmos os aminoácido em fontes de origem animal (carnes, ovos, leite, etc.), encontramos também no alimentos de origem vegetal como leguminosas(feijão, lentilha, grão-de-bico, soja, ervilha, fava, amendoin), grãos e outros.

Alguns dos aspectos científicos do não-consumo de carne pelo ser humano são:

  • melhor manutenção do peso corporal;
  • melhor regulação da pressão sanguínea;
  • reduçõ de problemas cardíacos (portanto, preservação da saúde);
  • melhor funcionamento do trato gastrointestinal;
  • prevenção de certos tipos de câncer.

Alguns aspectos positivos da evolução espiritual através do NÃO-CONSUMO de carne pelo homem:

  • não recebe a vibração da tristeza do animal no momento em que é abatido;
  • preservação e respeito à Naturaza e aos animais (ética!);
  • seres humanos mais pacíficos e harmoniosos;
  • respeito à vida dos animais significa respeito à prória vida;
  • menos ganância e disputa por poses materiais;
  • contribuição à ecologia e ao meio ambiente (queimadas e derrubadas de árvores para o uso do gado);
  • construção de um mundo mais pacífico, com menos guerras (matança gera matança);
Portanto, sempre que possível, devemos evitar o consumo de alimentos de origem animal, principalmente a carne vermelha, porém, com sabedoria e sem extremismos, até que esse hábito se torne naturalmente incorporado em nossa alimentação diária.
Quanto ao hábitos alimentares de alimentos de origem animal ou vegetal, os seres humanos são classificados como:

Vegetarianos: pessoas que excluem carnes, aves, peixes, ou seja, alimentos de origem animal;
Lactovegetarianos: pessoas que consomem leite, ovos, mas omitem carne.
Semivegetarianos: pessoas que incluem alguns, mas não todos os alimentos de origem animal, e geralmente excluem a carne vermelha;
Lacto-Ovo-Vegetarianos: pessoas que incluem leite e derivados, ovos, em seu consumo, omitindo porem carnes e alimentos de origem marinha.

Porém, as dietas vegetarianas devem ser bem planejadas, a fim de constarem todos os nutrientes em quantidade adequada a uma boa alimentação.
Diversos estudos apidemiológicos do consumo de frutas e vegetais na redução de doenças crônicas-degenerativas, incluindo a presença de nutrientes antioxidantes e fitoquímicos.
leia muito, estude, informe-se e incorpore esse hábitos em sua vida. Atravéz da Meditação Shinsokan, quando o nosso ser se centraliza, naturalmente passamos a preferir alimentos leves e adequados que somente nos vivificarão.
Os hábitos alimentares saudáveis devem ser adotados de acordo com o despertar de cada indivíduo; alimentação adequada é reflexo do despertar espiritual. Mas cuidado, pois extremismos podem ocasionar atritos em familia, por mudanças bruscas no hábitos alimentares.
Se você já despertou para a importância de hábitos saudáveis na alimentação, parabéns! Porém, com muita sabedoria, vá conduzindo aos poucos sua familia para habitos corretos.
Extremismos geram conflitos. Amor, sabedoria, paciência, respeito e perseverança levam a familia à saúde e à longevidade.
Seja apenas o exemplo, não deseje implantar o hábito nos outros, pois a familia, com certeza, caminhará seguindos as suas pegadas.

Muitos escritores, cientistas, filósofos e homens ilustres foram vegetarianos, citamos alguns:

Masaharu Taniguchi
Leonardo da Vinci
Sakyamuni (Buda)
Jesus Cristo
Charles Dawin
Benjamim Franklin Virgílio
Emile Zolá
Horácio Albert Einstein
platão
Mahatma Gandhi
Pitágoras
Albert Schwatzer
Sócrates
Paul Newman
William Shakespeare
Voltaire
 
E poque não VOCÊ?
Pense nisso.

10 de dez de 2009

Perguntas Frequentes Sobre o Consumo De Carne


E as plantas, não é errado comê-las?
Plantas não sentem dor pelo simples fato de não terem sistema nervoso nem nervos, é questão científica mesmo. Mas mesmo considerando que sim, eles sentem dor, quantos milhões de vegetais você mata ao comer um boi que cresceu comendo vegetais? Um boi leva, em média, 4 anos e meio para ser morto para alimentação, neste período ele consome muitos vegetais, concorda?


"A produção de grãos de uma fazenda com 100 hectares pode alimentar 1.100 pessoas comendo soja, ou 2.500 com milho. Se a produção dessa área for usada para ração bovina ou pasto, a carne produzida alimentaria o equivalente a oito pessoas."
Fonte


Se animais matam outros animais para se alimentar, porque deveríamos agir de forma diferente?
Os animais que matam para se alimentar não poderiam sobreviver se agissem de outra forma. Este não é o nosso caso. Nós, humanos, na verdade nos tornamos mais saudáveis quando adotamos uma dieta vegetariana. Além disso, se nós não costumamos nos comportar como animais, por que deveríamos abrir uma exceção para este caso?


Os seres humanos não têm que comer carne para permanecer saudáveis?
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e a Associação Dietética Americana, dois órgãos que são referência mundial em questões alimentares, endossaram dietas vegetarianas. Pesquisas demonstraram também que vegetarianos possuem sistemas imunológicos mais fortes, e que os consumidores de carne têm duas vezes mais chances de morrer de doenças cardíacas e probabilidades 60% maiores de morrer de câncer. O consumo de carne, leite e seus derivados tem sido ainda relacionado a diversas outras doenças, como diabetes, artrite e osteoporose.


Os vegetarianos ingerem proteína suficiente?
Em boa parte dos casos, o problema é ingerir proteína em demasia, não em quantidade insuficiente. Muitos dos que consomem produtos de origem animal ingerem três ou quatro vezes mais proteínas do que necessitam. Há uma enorme variedade de alimentos vegetarianos ricos em proteínas, como massas, pães, feijões, ervilhas, milho e até mesmo cogumelos. Quase todos os alimentos contêm proteína. É quase impossível não obter proteína suficiente em uma dieta que possua a quantidade de calorias adequada, mesmo que não se faça uma escolha mais cuidadosa dos alimentos. Por outro lado, proteína em demasia é uma das principais causas conhecidas de osteoporose e doenças renais.


Comer carne é natural. Tem sido assim por milhares de anos. Nós evoluímos desta maneira.
Na verdade, nós não evoluímos para comer carne. Animais carnívoros possuem dentes caninos pontiagudos, garras e um trato digestivo curto. Os seres humanos, em seu atual estágio de evolução, não apresentam garras nem caninos desenvolvidos. Temos molares lisos e um trato digestivo longo, muito mais adequado a uma dieta de vegetais, grãos e frutas. Comer carne é perigoso para nossa saúde; contribui para o aparecimento de doenças cardíacas, câncer e uma infinidade de outras doenças.


Se todos passassem a comer apenas alimentos de origem vegetal, haveria bastante comida para todos?
Boa parte da safra mundial de grãos é na verdade destinada a alimentar o gado. Desta forma, se todos se tornassem vegetarianos, haveria muito maior abundância de alimentos. Nos Estados Unidos, por exemplo, 80% do milho produzido são usados na alimentação dos animais criados para consumo. Em todo o mundo, o gado consome uma quantidade de alimento equivalente às necessidades calóricas de 8,7 bilhões de pessoas - mais do que toda a população humana do planeta.


Os fazendeiros tratam seus animais muito bem, ou eles não produziriam tanto leite e ovos.
Os animais nas fazendas não ganham peso, produzem leite e colocam ovos porque se sentem confortáveis, contentes, ou são bem tratados, mas, na verdade, porque foram manipulados especialmente para fazer estas coisas, com drogas, hormônios e técnicas de criação e seleção genética. Além disso, os animais criados para produção de alimentos, mesmo vacas leiteiras e galinhas poedeiras, hoje são abatidos em idade extremamente jovem, antes que as doenças e a miséria os dizimem. É mais lucrativo para os fazendeiros absorver as perdas ocasionadas por mortes e doenças do que manter os animais em condições humanitárias.


Vegetarianismo é uma questão de escolha pessoal. Não tente forçar os outros a fazer esta escolha.
De um ponto de vista moral, as ações que prejudicam outros não são questões de escolha pessoal. O assassinato, o estupro, o abuso de crianças e a crueldade para com os animais são atitudes imorais. Nossa sociedade incentiva hoje o hábito de comer carne e a crueldade nas unidades de criação de animais, mas a história nos ensina que esta mesma sociedade um dia encorajou a escravidão, o trabalho infantil e muitas outras práticas agora universalmente reconhecidas como imorais.


Eu conheço um vegetariano que não é saudável.
Há, claro, vegetarianos que não são saudáveis. Assim como há comedores de carne na mesma situação. Mas o fato é que as pesquisam comprovam que dietas vegetarianas bem variadas e de baixo teor de gordura criam melhores condições para uma vida mais longa e saudável.


Mas eu não matei o animal.
Não, mas financiou sua morte, tornando-se responsável direto por ela. Sempre que você compra carne, assina um atestado de culpa: a morte daquele animal foi para seu usufruto e você pagou por ela.
Se o problema é provocar sofrimento ou dor, então um animal que tenha morrido de morte natural ou um ser humano em coma podem virar bifes?
Sim, quando você achar um cachorro na rua atropelado, se sentir vontade, pode comer o corpo, não vejo problema nisso.

E as Proteinas?
Erroneamente falam que a proteina só é obtida de forma relevante se for de origem animal. Mas veja... vivemos num mundo sem fronteiras para informação, basta usar a internet e em livros e checar com seus olhos, existem inúmeros pratos e receitas com alimentos ricos em proteína, agora se você acha que vale a pena matar, privar, escravizar animais da nossa Terra para usufruir do gosto e de seus nutrientes. O grande interessado nisso é a grande indústria do confinamento e morte animal, a opção ética, de coesão e inteligencia é sua.

A alimentação vegetariana/vegana é mais cara...
Não é tão mais cara, alguns alimentos tem um preço um pouco mais elevado, nada que nao dê para comprar. Porém a quem fale que o bolso é mais importante do que a saúde, é.. isso varia de pessoa pra pessoa.


veja mais sobre a proteina e também faça o donwload da tabela de substituição de proteína animal pela vegetal. Clique aqui.

23 de nov de 2009

Veja as empresas que testam e não testam produtos em animais !



É muito importante boicotar (nao consumir) as empresas que testam em animais, mas devemos ter presente que o primeiro passo para respeitar os animais é exclui-los da nossa alimentação, e tal constitui uma forma muito mais directa e eficaz de contribuir para minorar o sofrimento global dos animais. Num único dia são abatidos mais animais para consumo humano do que aqueles que são usados num ano inteiro de experimentação animal.





retirado do site PEA


Empresas que NÃO Testam em Animais - Atualizado em 23/10/09

Saiba como Incluir ou Retirar sua Empresa na Lista da PEA - Clique Aqui

Esta lista informa se a empresa Não Testa em Animais, não considerando a composição dos produtos.

Todas empresas Nacionais, que estão nesta lista, informaram-nos, via e-mail, que não realizam testes com animais. As empresas Internacionais, que constam nesta lista, foram investigadas pela Peta.

Para saber quais são os produtos de origem animal Clique Aqui .

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Empresas que TESTAM em Animais - Atualizado em 22/02/09


Esta lista informa se a empresa Testa em Animais, não considerando a composição dos produtos.

As empresas Internacionais, que constam nesta lista, foram investigadas pela Peta.
Para ver a lista completa Clique Aqui

NOTAS
- Das empresas citadas algumas:

 testam diretamente os seus produtos em animais;
 terceirizam laboratórios para a realização dos testes em animais;
 fazem parte de um grupo empresarial que adota os testes em animais;
 podem fabricar algumas linhas de produtos não testados em animais;
 algumas marcas não testam em animais, porém a empresa mãe testa.

- Para saber quais são os produtos de origem animal Clique Aqui






Que Produtos Comprar?

Virtualmente todos os produtos de limpeza, produtos de higiene pessoal e produtos cosméticos que se vendem nos supermercados e hipermercados são de empresas que testam em animais. Os produtos de marca branca são quase sempre fabricados nas mesmas fábricas que os produtos das multinacionais e contêm quase sempre os mesmos ingredientes testados em animais. Em qualquer caso, é menos mau optar por uma marca branca, na medida em que a contribuição financeira é menor, sendo menor o contributo para a continuação dos testes em animais.Na hora de comprar produtos de limpeza, produtos de higiene pessoal e produtos cosméticos, devemos procurar optar por produtos de empresas que não façam experimentação em animais. Infelizmente, isto é muito difícil. O mercado de produtos de consumo é dominado de forma praticamente absoluta por uma meia dúzia de gigantes multinacionais (p. ex., Procter & Gamble, Unilever, Colgate-Palmolive, Johnson & Johnson, L'Oréal, Henkel) que controlam centenas de marcas comerciais e não se coibem de recorrer aos testes em animais sempre que isso lhes convém. É precisamente o sacrifício de milhares de animais que permite às grandes empresas de produtos de consumo estarem constantemente a lançar novos produtos no mercado. Milhões de animais são sacrificados para satisfazer a ganância de alguns.
Para encontrar produtos de empresas que tenham reais preocupações éticas (e não apenas preocupações de imagem) é normalmente necessário efectuar compras online, em lojas de produtos naturais/dietéticos ou por catálogo. Estes produtos são normalmente mais dispendiosos, sobretudo por terem um mercado bastante reduzido.
As únicas empresas relativamente às quais existe segurança de que não testam em animais (com comprovação mediante auditorias externas) são aquelas que têm certificação HCS (Humane Cosmetics Standard, Padrão Para Cosméticos Éticos) ou HHPS (Humane Household Products Standard, Padrão Para Produtos de Limpeza Éticos). Obviamente, qualquer empresa teria interesse em obter estas certificações, pois tal representa uma excelente publicidade. Como tal, pode assumir-se com elevado grau de segurança que qualquer grande empresa que não tenha estas certificações não cumpre os requisitos necessários para as obter.
única lista fidedigna de Empresas e Marcas Que Não Testam Em Animais pode ser consultada a partir do site abaixo:
Também poderá encontrar informações úteis na secção "Animais em Experimentação" do
 
site da Associação ANIMAL.


Notas Adicionais




Embora a maioria das pessoas que tem conhecimento da crueldade da experimentação animal tente afastar-se desta crueldade, é preciso ter a noção de que é virtualmente impossível desligarmo-nos por completo desta cruel indústria. Mesmo que consigamos alternativas para todos os produtos de consumo de empresas que testam em animais, mais cedo ou mais tarde necessitaremos de um medicamento testado em animais (por lei, os medicamentos têm de ser testados em animais). Admitir esta realidade não faz de nós hipócritas, pelo contrário. Devemos procurar evitar contribuir para a exploração animal no que estiver ao nosso alcance, mas não temos obrigação de fazer mais do que conseguimos.
Por analogia, suponhamos que toda a água do país passava a ser controlada por uma empresa que também explorava crianças em trabalho infantil na Ásia. Deviamos deixar de beber água por sermos frontalmente contra esta atitude por parte da empresa? Claro que não. A mesma lógica pode ser aplicada à experimentação animal. Não havendo alternativa viável, teremos de usar aquilo que for possível, mesmo que não concordemos com a forma como o produto foi obtido.


A Experimentação em Animais

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Todos já ouvimos falar que os testes com animais são necessários para o progresso da ciência, seja este progresso voltado para a medicina, para a cosmética, ou para fins militares. Atualmente, muitos apontam para o fato de que tais experimentos são desnecessários, duplicativos, muito custosos e por muitas vezes apontam para a direção errada. Enquanto muitos acreditam que a ciência pararia se os testes com animais não existissem, o fato é que métodos de pesquisa mais eficientes e fidedignos, e menos custos, existem, tais como estudos epidemiológicos, clínicos e in vitro.
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Qual é a Experiência do Experimentado?
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A estimativa é de que, somente nos Estados Unidos, de 20 a 70 milhões de animais (gatos, cachorros, primatas, coelhos, ratos, etc.) sofram e morram em nome da ciência a cada ano. Muitos acreditam que estas experiências sejam indolores e garantam o bem-estar do animal. Ora, será possível aplicar irritantes a sua pele e olhos, causar-lhes dor voluntariamente, viciá-los em drogas e então privá-los das mesmas, matá-los para ilustrar conceitos já bem conhecidos e privá-los de afeto e carinho e ainda assim garantir o seu bem-estar? Obviamente, a resposta é não. Resta então acreditar que ao menos o bem-estar de nossa espécie está sendo garantido com tais testes. Porém, esta última crença também não é verdadeira. A experiência não é nada melhor para o experimentador (homem) do que para o experimentado.



Diferentes Espécies
Os testes com animais partem do princípio de que é possível entender a anatomia e fisiologia humanas através do estudo de outros animais que não o próprio homem. O fato é que os outros animais diferem imensamente do homem em seus caracteres genéticos, histológicos, anatômicos, fisiológicos, imunológicos, emocionais, psicológicos, sexuais e sociais. É por esta razão que existem médicos para humanos e veterinários especializados em outros animais que não o homem. Tão grandes são as diferenças entre cada espécie animal que um veterinário especializado em cães não tem a mesma habilidade de tratar uma vaca quanto aquele especializado nesta última espécie.
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Chega de Choro
A indústria de cosméticos e produtos de uso doméstico (lustra-móveis, amaciante de roupas, etc.) é responsável pelo sofrimento e morte de cerca de 14 milhões de animais por ano em dolorosos experimentos laboratoriais.
Os testes em animais conduzidos para estes propósitos são os mais ultrapassados e desnecessários. Eles envolvem testes como o Draize, no qual substâncias cáusticas são aplicadas aos olhos de coelhos vivos, sendo estes dóceis animais privados de movimentos que interfiram no teste, como coçar o olho com as patas ou contra algum objeto.
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A imobilização é organizada de forma que suas cabeças fiquem separadas do resto do corpo por um obstáculo. Seus olhos são freqüentemente mantidos abertos por um gancho que se aplica à pálpebra e alguns coelhos quebram o pescoço ou a coluna vertebral na tentativa de escapar.
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A progressiva deterioração dos olhos é então registrada pelo experimentador a cada 72 horas, geralmente. O teste se prolonga por até 18 dias e, se o animal sobreviver, ele poderá ser utilizado em outros experimentos. As reações locais ao teste vão de inchaço da pálpebra, inflamação da íris, ulceração e hemorragia até cegueira. Drogas para aliviar a dor raramente são administradas porque estas, segundo os pesquisadores, podem interferir nos resultados dos testes.
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Este teste vem sendo utilizado desde 1944 e é atualmente responsável pelo sofrimento e morte de milhares de coelhos todos os anos, apesar de não prevenir ou curar qualquer tipo de complicação na saúde dos humanos. Saber que um coelho fica cego depois de seus olhos terem sido colocados em contato com xampu anticaspa por 72 horas não ajuda muito. Nós sabemos que não devemos colocar substâncias cáusticas em nossos olhos, basta sentir a dor por si próprio ou que alguém que acidentalmente o fez nos diga que não é uma sensação agradável para que saibamos.
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Outro teste realizado em animais para testar a toxicidade de produtos é o LD 50 (Dose Letal 50), no qual os animais são forçados a ingerir substâncias tóxicas de forma gradativa, até que metade da população estudada (animais) morra envenenada.
Outras variações do teste chegam a matar até 100% da população estudada. Este teste foi elaborado em 1927.

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Estes testes visam proteger as empresas, não os consumidores. Os testes em animais não são requeridos por lei para a aprovação de cosméticos e produtos de uso doméstico. Exige-se apenas que cada ingrediente em um produto cosmético seja adequadamente testado para segurança antes de ser comercializado, ou que o produto traga em sua embalagem um aviso de que sua segurança não foi determinada. Não existe uma exigência particular quanto à natureza do teste. O método a ser utilizado é determinado pelo fabricante, e sua realização é feita quase que exclusivamente com o intuito de defender-se de possíveis ações judiciais por parte dos consumidores.
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Drogas
Mais de 200.000 novas drogas são comercializadas em todo o mundo a cada ano. A maioria destas só pode ser colocada no mercado após ter passado pelo método de pesquisa mais arcaico que existe: a experimentação em animais. Além de arcaico, porque baseia-se na tortura e exploração de animais, este método também é perigoso para a saúde humana, porque seus resultados são pouco fidedignos e muitas vezes levam a conclusões erradas.
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O FDA (Food and Drug Administration) é o órgão do governo americano que regulamenta os procedimentos (estudos clínicos, laboratoriais, etc.) para a aprovação de drogas, cosméticos, aditivos alimentares, etc. Mais da metade das drogas aprovadas pelo FDA entre 1976 e 1985 causaram sérios efeitos colaterais e tiveram que ser reclassificadas ou retiradas do mercado.
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As reações a determinadas drogas variam até mesmo entre dois humanos e por isto são dificilmente estimadas por testes em animais. Practolol, uma droga que foi aprovada por testes em animais causou cegueira em humanos e foi retirada do mercado. O arsênico, que é cancerígeno em humanos, não foi capaz de causar câncer em outras espécies. O Chlomiphene diminui a fertilidade em outros animais mas induz a ovulação em humanos. A droga antiinflamatória fenilbutazona é degradada nove vezes mais rápido em humanos do que em macacos rhesus.
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Da mesma forma, foram conduzidos experimentos em animais para pesquisar novas drogas que reduziriam os efeitos do derrame. Das 25 drogas que demonstraram resultados em roedores, sequer uma demonstrou resultados em pacientes humanos.
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A droga dietilstilbestrol (DES), testada e aprovada em animais para prevenir problemas na gestação, provou ter efeitos cancerígenos e teratogênicos (malformação congênita) quando testada em humanos. Muitas drogas para a artrite que foram aprovadas nos testes com animais, incluindo o Feldene , foram retiradas do mercado porque elas causaram severos efeitos colaterais quando administradas em humanos, levando até à morte. No Brasil, esta droga ainda é utilizada.
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Cientistas estavam apostando nos testes com animais para demonstrar uma correlação entre o tabagismo e o câncer de pulmão. Estes testes falharam em demonstrar esta correlação, que já era óbvia pela observação de dados humanos, resultando em uma grande demora em trazer esta informação a público.
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Além dos riscos de reações adversas quando da utilização por humanos, os testes em animais podem ainda prevenir que drogas potencialmente úteis sejam aprovadas para uso. Se a penicilina não existisse, ela provavelmente nunca seria aprovada pelas regulamentações atuais. Quando administrada em cobaias (porquinhos-da-índia), esta droga mata os animais, o que a teria descartado para uso em humanos. O ácido acetilsalicílico (aspirina) causa a morte em gatos, enquanto a morfina, um depressor do sistema nervoso central no organismo humano, atua como um estimulante do mesmo sistema em gatos, cabras e cavalos.
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Tão reconhecida é a ineficácia dos testes em animais em estimar efeitos de substâncias no organismo humano que os cientistas e a indústria freqüentemente ignoram os resultados de tais testes . Foi o que aconteceu com a droga para acne Accutane, que foi comercializada a despeito do fato de que ela havia demonstrado efeitos teratogênicos em ratos. As letras miúdas da bula traziam um pequeno aviso, mas neste caso os testes em animais refletiam a verdade. Agora, centenas de crianças nasceram com má formações causadas pela droga. Apesar disto, a droga continua no mercado.
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Apesar da comprovada ineficácia e nocividade dos testes em animais, os órgãos regulamentadores continuam a exigir que estudos em animais sejam realizados antes que uma nova droga possa ser colocada no mercado.
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Alternativas
O teste Draize pode ser substituído por testes mais modernos e humanos. A empresa In Vitro International, localizada na Califórnia, desenvolveu o método Eytex, que simula a irritabilidade dos olhos através de um sistema de alteração protéica. Uma proteína vegetal, extraída de uma leguminosa, imita a reação da córnea quando exposta à substâncias estranhas. Quanto maior for a irritabilidade, mais opaca a solução se torna. A fórmula Skintex, também desenvolvida pela mesma empresa, é feita a partir de abóboras e é utilizada para imitar a reação da pele humana à substâncias estranhas. Ambos recursos podem ser utilizados para testar a toxicidade de mais de 5.000 substâncias diferentes.
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Clonetics, uma empresa de San Diego, na Califórnia, desenvolveu o EpiPack, o primeiro produto comercial a conter clones vivos de células humanas. Estas células podem ser expostas a várias substâncias em diferentes diluições para serem então analisadas.
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Culturas celulares e teciduais podem ser desenvolvidas em laboratório a partir de uma única célula humana ou animal. Estas culturas podem ser utilizadas para enxertos de pele em pacientes queimados e podem também ser utilizadas para substituir animais em testes .
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A corrosibilidade de materiais pode ser testada em coelhos vivos. Recentemente, um novo método que substitui esta prática bárbara foi aprovado pelo Departamento de Transportes dos Estados Unidos. O Corrositex é um método moderno, in vitro, que utiliza culturas celulares para testar a corrosibilidade de materiais. Como outros métodos de cultura celular, o Corrositex é mais barato do que o uso de animais vivos, além de ser mais humano.
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Uma Proposta Mais Sana
O sofrimento de animais não é necessário para o progresso da ciência. Tão pouco são necessários tantos testes de qualquer natureza que sejam. A necessidade de se desenvolverem novos cosméticos e novas drogas advém da deterioração do estado de saúde da população. Hoje, muitos fatores que contribuem para a ocorrência de problemas na saúde dos indivíduos são conhecidos, sejam estes fatores ambientais, nutricionais, econômicos ou sociais.
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Sabe-se que o tabagismo pode causar o câncer, mas ainda assim as pessoas continuam a fumar e exigem do estabelecimento científico uma solução para o problema. Sabe-se que fatores dietéticos (consumo excessivo de lipídios, sódio, etc.) levam à ocorrência de problemas cardiovasculares, por exemplo. Ao invés de investir em propostas profiláticas como, por exemplo, educação nutricional real, o que vai muito além de desenhar pirâmides, os investimentos na saúde são destinados ao desenvolvimento de novas drogas e cirurgias que pretendem "tratar" aqueles que adotaram hábitos alimentares inadequados.
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Ao invés de colaborar para o desenvolvimento de novas tecnologias que garantam um uso racional dos recursos naturais do planeta, o que propiciaria uma maior disponibilidade de alimentos para a população mal nutrida, investe-se em energia nuclear (uma das invenções mais potencialmente nocivas do homem) e no desenvolvimento da agropecuária, prática que é contraproducente ao objetivo de fornecer mais alimentos à população - pelo contrário, a agropecuária é a causa da crise mundial de alimentos por utilizar os recursos naturais de forma irracional, conforme discutiremos em números futuros.

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É hora do homem pôr em prática o que a ciência já sabe e deixar de exigir dela soluções para quaisquer problemas que lhe praza criar. A idéia de que a ciência é unipotente e pode portanto encontrar soluções para o que quer que lhe seja proposto pode estar levando o homem à um caminho sem saída, pois no momento em que ele descobrir que a ciência está longe - e talvez nunca chegará nem próximo - de ter todas as soluções aos problemas por ele criados utilizando os animais como se fossem sua propriedade, esgotando os recursos de seu único lar (a Terra), e fazendo de suas vontades alimentares, econômicas e sociais impulsos inconseqüentes, ele poderá estar em uma posição da qual a saída já não mais está acessível.
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De nada servem novos conhecimentos sobre a direção do movimento de um elétron de um único átomo quando ainda não compreendemos, ou não demonstramos ter compreendido, a maneira com que nossas relações com coisas tão mais gigantescas, como um abacate, uma borboleta ou toda uma espécie animal que utilizamos para satisfazer "necessidades" ilegítimas, podem afetar nossa sobrevivência sobre a superfície da Terra.
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George S. G. Guimarães

O Vegetarianismo

Estudos científicos constantemente provam os benefícios que uma dieta vegetariana proporciona, que vão desde melhor desempenho nos esportes à reversão de doenças do coração:

Controle de Peso: Uma dieta isenta de produtos animais é pobre em gordura, o que reduz o conteúdo calórico da refeição. Além disto, outros fatores como o conteúdo de fibras da dieta também contribuem para a redução e manutenção do peso ideal. Para obter a mesma quantidade de calorias, a pessoa precisa ingerir uma quantidade maior de alimentos, o que possibilita mais saciedade com menos calorias.

Redução do Risco de Doenças do Coração: Além de ser mais pobre em gordura, uma dieta sem produtos animais (carnes, ovos, leite e derivados) é totalmente isenta de colesterol. A abundância de fibras da dieta ainda ajuda o organismo a eliminar o colesterol excessivo.

Redução do Risco de Desenvolver Câncer: Os alimentos de origem vegetal são muito ricos em vitaminas e minerais que são de fundamental importância para uma boa saúde. A baixa quantidade de gordura e a abundância de fibras presentes nestes alimentos também contribuem para a redução do risco de desenvolver várias formas de câncer.

Outros Benefícios: Melhora a disposição e energia, possibilita a descoberta de novos alimentos, reduz o risco ou amenizar os efeitos de doenças degenerativas como osteoporose, obesidade e hipertensão, reduz os sintomas ou elimina alergias e artrites, evita sofrimento de animais, reduz as agressões ao meio ambiente.

Uma dieta vegetariana é um passo obrigatório no caminho de uma vida saudável!

Muitos se perguntam o que resta para um vegetariano puro (vegano) comer já que ele elimina todos os alimentos de origem animal de sua alimentação. Veja só quantos alimentos ainda sobram:

Vegetais: folhas, legumes, brotos
Cereais: arroz integral, trigo, aveia, milho e cevada
Leguminosas: feijão, lentilha, grão-de-bico, soja, ervilha
Tubérculos: batata, mandioca, mandioquinha, cará, inhame
Frutos oleaginosos: nozes, amêndoas, castanhas, avelã
Frutas: banana, caqui, pinha, fruta do conde, mamão, figo, tâmara, frutas secas, manga, uvas, ameixa doce, pêssego doce, pêra, maçã, abacaxi, morango, maracujá, frutas cítricas, carambola, kiwi, tomate, maçã fuji e maçã verde, melão, melancia.

Enfim, tudo que é vegetal. Dá pra comer bem, não dá?.

Veganismo é vida saudável



O veganismo é, acima de tudo, uma escolha por uma vida saudável, não apenas do ponto de vista de saúde, mas também social e moralmente. É saudável para quem pratica, é saudável para o meio ambiente que é poupado do peso da produção de alimentos de origem animal e, obviamente, é saudável para os animais que são criados e mortos para alimentar pessoas.

Dieta Saudável

Os benefícios de uma dieta vegana continuam a ser revelados a cada dia em estudos científicos e em experiências individuais.
Uma dieta isenta de produtos de origem animal é isenta de colesterol, baixa em gordura (especialmente gordura saturada) e rica em fibras, vitaminas e minerais. Isto significa uma enorme diminuição no risco de doenças como arteriosclerose, infarto, derrame, diabetes, câncer, constipação, entre outras. Além disto, por eliminar alimentos altamente contaminados por antibióticos, hormônios, pesticidas, além de alimentos alergênicos como o leite, este estilo alimentar também evita o surgimento de diversos tipos de alergias e intolerâncias. A dieta vegana também é geralmente baixa em calorias, o que significa um melhor controle de peso e a distância dos desconfortos causados pela obesidade.


Veganismo e Violência

Há muitos motivos para se adotar um estilo de vida vegano e também são muitas as formas em que o veganismo é expresso, mas o veganismo pode ser sempre definido da seguinte maneira: um estilo de vida que evita toda forma de exploração e violência, sejam estas contra animais, humanos ou o planeta no qual vivemos.
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Poucos são aqueles que se iniciam no veganismo por uma questão meramente de saúde, apesar deste ser um aspecto importante deste estilo de vida e um dos melhores argumentos em seu favor.
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O aspecto ambiental atrai a atenção de muitos que entram em contato com o veganismo pela primeira vez, recebendo a aprovação mesmo daqueles que se recusam a adotá-lo. O fato de mais alimentos vegetais poderem ser produzidos no mesmo espaço e com a utilização de menos recursos quando comparados com a produção de alimentos de origem animal é, dos argumentos em favor do veganismo, certamente o mais lógico e irrefutável.
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No entanto, o maior número de pessoas que abraçam o veganismo é composto por aquelas que se sentem tocadas ao saberem que sua alimentação até então era dependente do sofrimento de animais inocentes, mortos para satisfazer uma necessidade que elas agora sabem não ser essencial. O despertar pode vir no contato com o bezerro no sítio do amigo, ao saber que em muitos países asiáticos os cachorros são considerados uma iguaria e então perceber que seu animal de estimação poderia ser o jantar de alguém, ou na descoberta tardia de que seu pintinho de estimação na infância -aquele que crescera demais para continuar morando em casa e sua mãe disse ter mandado para a chácara do tio- houvera, em realidade, tido seu fim naquele almoço de domingo (do qual você também participou). Uma visita ao matadouro também costuma dar um empurrãozinho para cair a ficha.
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Enfim, a descoberta da realidade sempre traz consciência e a consciência sempre traz moralidade. Imagine a confusão de valores pela qual passa uma criança que tem que aprender que o boi, o porco, a galinha, tão dóceis e amáveis, são os heróis de seus filmes favoritos e, ao mesmo tempo, são também o seu jantar. "Como assim? Amigo e jantar ao mesmo tempo?" A criança pode não buscar descobrir, em um primeiro momento, como o seu herói ou amigo foi parar no prato de jantar. Talvez ela busque em sua fantasia uma forma "amigável" de se tornar jantar. Talvez eles sejam tão amigos e amáveis que eles voluntariamente sacrificam-se para alimentar seu amigo humano. Um verdadeiro ato de heroísmo! Mas eles logo buscam a verdade, quanto mais perto da realidade, mais perto da consciência.
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A criança pode lidar com uma explicação fantasiosa de como uma parte de um boi foi parar em seu prato, mas a realidade nua e crua de um matadouro não deixa espaço para fantasias. É consciência instantânea: comer um animal após ter visto um matadouro está imediatamente fora de questão. É natural perceber que algo está errado. Faça um experimento simples: coloque uma maçã e um coelho no quarto da criança e deixe-a a sós com eles. Entre após alguns minutos e veja quem vai ser comido e quem vai ganhar um nome e um penteado novo.
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Situações como estas que confundem um personagem de história infantil com um alimento congelado, heroísmo com sofrimento, docilidade com violência, acabam por distorcer valores em formação pela criança.
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Diversos estudos já demonstraram a relação entre violência animal e violência humana. Aqui está um bom exemplo: serial-killers têm, em 90% dos casos, história de maus tratos com animais na infância. O desprezo pela vida de um animal acarreta na perda pela santidade da vida humana. Crianças aprendem valores de compaixão e respeito através da relação que elas têm com os animais. Compaixão pelos animais, compaixão pela humanidade. Se animais podem ser mortos para satisfazer uma necessidade, então qualquer forma de vida pode também.
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É claro que isto não se manifesta largamente na sociedade, pois existem regras sociais e de comportamento às quais aprendemos a obedecer. Obviamente, não são todos que cresceram comendo carne que se sentem à vontade para matar pessoas ou que se envolvem em atos de violência, grupos sectários, atividades que exploram trabalho escravo ou infantil e tantas outras formas de violência presentes ao nosso redor. No entanto, a mensagem para a criança que está formando estas regras pelo contato com o ambiente é uma de menosprezo à vida, de descaso ao sagrado. O impacto que isto tem na relação entre famílias, ideologias, sociedades, países, religiões, é imensurável.
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Imagine um mundo livre de violência contra animais e você verá um mundo livre de violência contra humanos!


Quais os tipos de dieta vegetariana?




Ovo-lacto-vegetariana 
Exclui todos os tipos de carne, permitindo o consumo de ovos, leite e seus derivados.

Lacto-vegetariana 
Exclui todos os tipos de carne e também os ovos, permitindo o consumo leite e seus derivados.

Vegana (Vegetariana Pura) 
Exclui todos os alimentos de origem animal, inclusive ovos, leite e seus derivados. O vegano também se abstém do consumo de produtos (alimentares ou não) que contenham qualquer traço de crueldade animal, como mel, lã, couro e cosméticos que contenham ingredientes de origem animal ou que tenham sido testados em animais.

5 MITOS SOBRE O VEGETARIANISMO





18 de nov de 2009

Sementes de Melancia




A melancia, Citrullus lanatus, faz parte da Família das Cucurbitaceae e da Tribo das Benincaseae. O gênero Citrullus compreende 4 espécies conhecidas.

Existem três grandes tipos de melancias:



1- As melancias de carne amarga, cultivadas na África por suas sementes que são fritas antes de serem consumidas.

2- As melancias chamadas “a doces” cuja carne é branca, com um teor elevado de matéria seca e não açucarada. São chamados às vezes de “melon d’Espagne”.

3- As melancias à carne açucarada, de cor vermelha, laranja ou amarela, muito ricas em água.
A semente de melancia possui uma substância chamada curobucitrina, que age como vasodilatador sendo indicado para hipertensão arterial.

As sementes de melancia são boas para curar infecções das vias urinárias.

Triture as sementes e prepare uma emulsão. Tome depois que esfriar.
Algumas propriedades medicinais são atribuídas aos seus constituintes.
O suco das sementes é considerado vermífugo e diurético leve.
A outras partes são atribuídas propriedades na cura de erizipela, febre e infecções de vias urinárias.

Uma de suas maiores qualidades alem ser refrescante, devido a grande quantidade de líquido, faz bem ao sangue, e em razão disso, deve-se comê-la antes ou no intervalo das refeições e, nunca após, pois isto pode provocar digestão mais lenta pela enorme quantidade de água que contém.

Suas sementes, torradas e aplicadas sobre qualquer ferida acalmam a dor. A melancia também é refrescante estomacal e, com um pouco de mel e limão, pode ser usada contra resfriados, catarros, excesso de bilis e o gosto amargo da boca.

Conserva-se em geladeira por 2 a 3 semanas.

Seu período de safra é de novembro a junho.



Propriedades Nutricionais:


Além de doce e muito refrescante, a melancia é muito nutritiva. Possui hidratos de carbono (açúcar), betacaroteno (provitamina A) e vitaminas do complexo B e C. Também apresenta cálcio, fósforo, ferro e muita água. Hoje já se conhece o licopeno e glutationa,
compostos que a melancia possui em abundância, que são responsáveis por
proteger o organismo contra o câncer e a oxidação celular.

Valor Calórico: 100 gramas de melancia fornecem 31 calorias.

Propriedades Medicinais: É recomendada para quem tem pressão alta, reumatismo ou gota. O suco de melancia provoca eliminação de ácido úrico, além de limpar o estômago e o intestino. Também é eficaz no tratamento da acidez estomacal, obesidade, bronquites crônicas, problemas de boca e garganta, cistites.

Além disso, protege contra o câncer e a oxidação celular.

O chá das sementes de melancia é vasodilatador, prestando contribuição destacada no combate à impotência sexual e hipertensão arterial.  

Recomendavel:
Chá das sementes (2 colheres de sopa para 1/2 litro de água).


13 de nov de 2009

Meus Pratos Diversos (Transição onivora > vegetariana)

Hoje no almoço fiz:

Prato Laranjado:
12 folhas de Chicória
04 folhas de alface
1 tomate picado
1 azeitona cortada
Prato Azul:
Arroz com grão de bico e lentilha
Com pouco orégano por cima, levemente cozido

MEU PREPARO:


Deixei as folhas verdes em pedaços, joguei na frigideira em fogo médio, depois jogou a azeitona e o tomate.
Quando começar a soltar o caldinho(poucos minutos), desligue.
O arroz a lentlha e o grão de bico não fui em que fiz. Eles ficaram um tempão na agua de molho para começar a iniciar o processo de germinação e liberar luz, simplesmente jogo na palaena com o arroz conzinhando e pronto.



Lembrando que SEMPRE deve-se comer os vegetais antes!
E não comer junto com líquidos.


Abaixo, outro prato que fiz outro dia

Todos ingredientes levemente cozidos, sem sal, nem secos, bem suculentos. Quando coloco a salada quente por cima do arroz, ele chupa um pouco do caldinho, entao assim que acabo a salada o arroz ta com o gostinho do caldo dos vegetais.



Como percebem são pratos extremamente simples. Não uso sal ''de cozinha'', não vejo mais motivos pra usa-lo também. Sabiam que 1Kilo de SAL NORMAL QUE TODOS USAM [químico, tóxico] custa 89 centavos? e o sal marinho, extremamente mais saudável custa 1,29 ?
Ele fica bem escondidinho no mercado... rsrs
Ainda existe o ''Sal do Himalaia'' é um sal cor de rosa, um saquinho custa 2,50, nunca experimentei.
Você escolhe. Um pouquinho de saude a mais por 40 centavos ou ter os males do sal por 40 centavos a menos?
 

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