''O QUE PODEMOS FAZER PARA QUERER FIRMEMENTE AQUILO QUE RECONHECEMOS SER O MELHOR PARA NÓS E PARA NOSSA ESPÉCIE?''

10 de out de 2009

Livro: As Plantas Receitam - 09 de 20

JEJUM É FONTE DE SAÚDE

Na natureza, o jejum é uma prática constante.

Em regiões frias os animais pouco comem ou simplesmente hibernam. Se comessem no inverno como comem no verão, adoeceriam, porque o frio impede todo o ato de fermentação e a própria digestão. Desta maneira, a quantidade de fácil digestão no verão seria diferente no inverno.
O homem não liga pra o jejum prescrito pela natureza. Vemos que no inverno consome-se mais e por mais vezes do que no verão. É de opnião comum que é preciso comer mais no frio para ficar mais forte, o que na verdade é contra a lei da natureza.
Além do jejum de dias e semanas, insistimos no jejum diário até o meio dia como necessidade de descanso e limpeza do sistema digestivo.
Quando não damos trégua ao sistema digestivo, acabamos pôr perder a fome que é o brado do organismo pedindo jejum.
Quando adoecemos pôr motivos alimentares é preciso jejuar para limpar o corpo e curá-lo com o descanso e liberação das energias para as regiões atingidas.
Em caso de ferimento, as energias do corpo se concentram no local desde que estejam liberadas; se comemos, as energias se voltam para o estomago por ser mais urgente, em quanto ao ferimento, fica exposto a infecção.
Para que aconteça a cura, é preciso cuidar do que, do quanto, onde e como nos alimentamos.
Sendo a energia a vida do corpo, é importante estar ligado nas fontes que mais nos trazem energia sem perdas, ar, água, sol.
O ar que respiramnos deve ser puro, se é viciado dá dor de cabeça e é debilitante.
Comer fora de casa, ao ar livre, a digestão será melhor porque misturamos ar com alimento na mastigação, melhor oxigenação, mais saúde.
Alimentos bons nos convidam a come-los em seu estado natural, são também os mais fáceis de digerir e os que nos fornecem mais força vital.
Cozidos perdem parte de sua digestibilidade e deixam de produzir a mesma força vital que o alimento nao preparado.
Maior alteração dos alimentos do seu estado natural por cozimento, conservas, salgadura, defumados etc, impede ou retarda o ato da transformação e aumenta sua duração no intestino levando ao estado de putrefação.


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