''O QUE PODEMOS FAZER PARA QUERER FIRMEMENTE AQUILO QUE RECONHECEMOS SER O MELHOR PARA NÓS E PARA NOSSA ESPÉCIE?''

3 de jan de 2010

ADITIVOS ALIMENTARES [01 de 17]

A REAL ALIMENTAÇÃO

Fonte: comunidade Santo Daime
autoria do texto Alexandre Azevedo.
O autor agradece toda crítica e sugestão sobre o tema abordado.
para contatar:
alexazevedo210@gmail.com 


voce vai confirir agora um extraordinário resumo sobre alimentação em um aspecto geral, dividirei em 17 postagens 






ADITIVOS ALIMENTARES

Hoje existe uma grande oferta de alimentos artificializados e repletos de aditivos químicos. No início do século XX, dispunha a humanidade de cerca de 800 alimentos conhecidos. Hoje, essa cifra chega perto de 30.000 (trinta mil) nomes de “coisas para se comer”, incluindo refrigerantes, enlatados, etc. Isto significa que criamos artificialmente cerca de 29.000 produtos.

Há o perigo da degeneração biológica da raça humana. Segundo a ecologia clínica, a mais nova especialidade médica nos Estados Unidos, mais de 80% das doenças atuais são causados pela “alimentação poluída”.

As restrições apontadas pela macrobiótica e pela alimentação orgânica têm enorme importância. Elas têm a finalidade de melhorar a qualidade do tratamento aconselhado e também de servir como manutenção da saúde, pois, conforme sabemos, a maioria dos modernos alimentos possui ingredientes químicos com a propriedade de intoxicar o organismo, lenta e progressivamente, e provocar, a curto prazo, a maioria das doenças. O câncer parece ter essa mesma etiologia, uma vez que surgiu à medida que o homem foi criando artifícios de vida, ou seja, paralelamente ao progresso. Para que se tenha uma idéia da composição dos alimentos hoje comuns, daremos apenas o exemplo da fórmula de preparação da margarina vegetal, tida como inofensiva e saudável (fornecida por conhecido professor da Universidade Rural do Rio de Janeiro):
“Uma medida de gordura vegetal hidrogenada (que também produz colesterol) e outra de ácido sulfúrico neutralizado com um pouco de soda cáustica. Tudo isso é aquecido a 150° C, enriquecido com ácido benzóico (usado como fungicida em várias afecções da pele), ácido butil-hidroxianisol e butil-hidroxitolueno (pode tornar-se explosivo), galato de duodecila e sal refinado. Tudo isso é acrescido de corantes artificiais (que nem os livros técnicos sabem definir com precisão) e aromatizantes F-I e F-IV (flavorizante quimicamente definido), ainda acrescido de antioxidantes, principalmente o BHA, o BHT e tocoferóis.

Além disso, acrescenta-se cerca de 20.000 (vinte mil) unidades de vitamina A sintética (acetato de vitamina A) em cada parte de gordura vegetal hidrogenada (quando a necessidade diária de um ser humano adulto não passa de 5.000 (cinco mil) unidades internacionais de provitamina A natural)”.


Entre diversos produtos “alimentícios” comuns desaconselhados, principalmente durante um tratamento natural, citamos:
Açúcar Branco, quimicamente industrializado e causador de uma série de problemas ao organismo e tudo o que o contenha (confeitos, sorvetes, chocolates, refrigerantes, etc.), o açúcar refinado ingerido em qualquer tipo ou forma, fermenta no organismo causando a formação de ácido acético, ácido carbônico e álcool; 
Carnes condicionadas (presunto, salsicha, mortadela, lingüiça, salame, etc), pois contêm toxinas e produtos químicos conservantes (como os nitratos de sódio e fosfatos) e são capazes de comprometer a qualidade do sangue;
os alimentos enlatados, que contêm vitrisol (verniz que forra internamente as paredes da lata),
os ovos de granja cuja postura é acelerada com antibióticos – como a oxitetraciclina – e não possuem embrião (são, portanto, elementos de degeneração – óvulos e não ovos);
o leite de vaca, onde encontramos DDT, tricoloetireno, antibióticos, resíduos de adubos químicos e organoclorados e hormônios femininos sintéticos, dados às novilhas para aumentar a produção de leite;
frutas e legumes com agrotóxicos e que nos supermercados, para maior durabilidade, são conservados com etileno, difenil, tiocarbomida e borrifadas com inseticidas;
o pão branco (feito com farinha de trigo refinada que é tratada com fungicidas);
os cereais descorticados, principalmente o arroz branco (que possui ingredientes como conservantes, parafina para dar brilho, talco para deixar mais claro com o polimento).

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