''O QUE PODEMOS FAZER PARA QUERER FIRMEMENTE AQUILO QUE RECONHECEMOS SER O MELHOR PARA NÓS E PARA NOSSA ESPÉCIE?''

3 de jan de 2010

CARNE – O MITO E A VERDADE [10 de 17]

A REAL ALIMENTAÇÃO
Fonte: comunidade Santo Daime
autoria do texto Alexandre Azevedo.
O autor agradece toda crítica e sugestão sobre o tema abordado.


Já ouviu dizer que quando se conta uma mentira repetidas vezes mais cedo ou mais tarde as pessoas acreditarão nela? Então bem-vindos ao “maravilhoso” mundo das proteínas! Nunca foi dita mentira maior do que essa de que o ser humano precisa de uma dieta rica em proteína para manter a saúde.

A carne contém altos níveis de ácido úrico, que é um dos resíduos ou produtos excretórios resultante do trabalho das células vivas. Os rins extraem o ácido úrico da corrente sangüínea e enviam-no para a bexiga para ser processado com a uréia, como urina. Descobriu-se que pessoas com leucemia, em geral, têm um nível muito alto de ácido úrico no sangue. Um pedaço de carne tem 907,2 mg de ácido úrico; seu corpo só pode eliminar 5l8,4 mg por dia. Você sabe o que dá sabor à carne? O ácido úrico do animal. Se duvidar disso, tente comer carne à moda ortodoxa judaica (à moda Kosher): antes de ser temperada, o sangue é drenado e, assim, a maior parte do ácido úrico também.

O ácido úrico é uma substância altamente tóxica e perigosa que pode causar grande dano ao seu corpo. Todo consumo de carne libera grande quantidade desta substância no sistema. Ao contrário dos animais carnívoros, o ser humano não possui a enzima uricase para decompor o ácido úrico.
Como você pode ver, carne sem ácido úrico não tem sabor. É isso que você quer pôr em seu corpo, ácido eliminado na urina de um animal? Além do mais, a carne está fervilhante de bactérias de putrefação, as quais são germes do cólon (parte do intestino grosso entre o ceco e o reto). Quando o animal está vivo, o processo osmótico no cólon evita que as bactérias afetem o animal. Quando ele morre, o processo osmótico pára e as bactérias da putrefação atravessam as paredes do cólon e entram na carne.

As bactérias nas carnes são idênticas àquelas do esterco e mais numerosas em algumas carnes do que no próprio esterco. No processo de matança (por mais limpo que seja), todas as carnes ficam infectadas com germes de esterco, e o número aumenta quanto mais tempo a carne for mantida armazenada.

A carne tem proteínas, mas é mais rica em toxinas, tristeza, pavor e agressividade que se transformam em substâncias orgânicas no momento em que o animal está passando pelo desespero da morte. A adrenalina que é produzida quando sentimos medo, provocando a aceleração dos batimentos cardíacos, a respiração ofegante, o nervosismo, o descontrole emocional e a tensão, também é produzida pelo organismo dos animais durante a agonia da morte terrível por que passam. É isso que você quer ingerir?

Muitas pessoas vão rezar em suas igrejas pedindo a Deus proteção, paz, amor e perdão, no entanto várias delas não têm o mínimo remorso por se fartarem da carne de animais e aves que são maltratados pelo confinamento e castração, e violentamente mortos para, simplesmente, satisfazer o paladar. Será que isso é coerente? Você é capaz de dar um hambúrguer ao seu filho de quatro anos de idade, mas o levaria a um matadouro para ele ver a agonia e ouvir os gritos de terror dos animais sendo mortos? Teria coragem de levar sua criança para ela ver de onde vem o hambúrguer?

Nenhum comentário:

Total de visualizações de página