''O QUE PODEMOS FAZER PARA QUERER FIRMEMENTE AQUILO QUE RECONHECEMOS SER O MELHOR PARA NÓS E PARA NOSSA ESPÉCIE?''

3 de jan de 2010

ÓLEOS E GORDURAS [08 de 17]

A REAL ALIMENTAÇÃO

Fonte: comunidade Santo Daime
autoria do texto Alexandre Azevedo.
O autor agradece toda crítica e sugestão sobre o tema abordado.

ÓLEOS E GORDURAS
Podemos afirmar que a vida moderna hoje caminha pelas “trilhas da gordura”. O adulto comum pode estar consumindo cerca de 50% de suas calorias diária em alimentos saturados de gorduras destruidoras da saúde. Carne e laticínios, campeões da alimentação padrão, são carregados de gordura.
As gorduras e os óleos geralmente são categorizados juntos sob o simples termo “gorduras”. O mundo das gorduras pode ser confuso, e a sua saúde depende de uma boa e básica compreensão.
As gorduras são encontradas tanto no reino vegetal quanto no animal. Todas as coisas vivas contêm uma porção de gordura. Todas as membranas celulares contêm ácidos graxos.
As gorduras são misturas de diferentes ácidos graxos: saturados, monoinsaturados e poliinsaturados. Eles diferem na sua composição, dependendo de qual ácido graxo predomina.
A gordura saturada é a “ovelha negra” do mundo das gorduras, por provocar excesso de colesterol, enfermidades circulatórias e câncer, inclusive câncer de vesícula biliar, cólon, mama, pâncreas, próstata, útero e ovários – citando alguns.
A gordura saturada, sólida à temperatura ambiente, é predominante em gorduras animais tais como manteiga e toucinho. E pode crer, todas as margarinas e gorduras vegetais, mesmo que sejam feitas de óleos mais saudáveis, são gorduras saturadas no seu produto final. Tornando-se assim como resultado do processo de hidrogenização por que passam para se tornarem sólidas.
No processo de tornar o óleo de milho, o óleo de açafrão e outros óleos poliinsaturados líquidos em margarina, eles são transformados em óleos saturados simples e comuns. Esse deve ser o maior escândalo não denunciado da história.
Endurecendo os óleos vegetais, os fabricantes de margarina estão lhe oferecendo as gorduras saturadas que eles dizem estar ajudando a você a evitar.

Quando você aquece um óleo vegetal poliinsaturado você começa a mudar a natureza de seus ácidos graxos. Calor elevado, que é utilizado para fazer margarina e gordura, forma substâncias mais conhecidas pelo nome de ácidos “trans-graxos”. São substâncias artificiais, que nossos organismos não podem utilizar.

Toda a literatura parece apontar para as monoinsaturadas como sendo boas, óleos para todos os usos em sua cozinha. Eles são os de oliva e o canola.
O canola é a mais recente estrela no mundo das gorduras. É feito de semente de colza da família da mostarda, e é o óleo tradicionalmente empregado para cozinhar na China, no Japão e na Índia. Os cientistas canadenses fizeram o desenvolvimento de uma qualidade de colza em seu próprio país. O nome “canola” vem das palavras “Canadian oil” (Óleo canadense).

Tanto o azeite de oliva como o canola são menos susceptíveis aos efeitos negativos da luz, do calor e do oxigênio. O canola pode ser empregado na cozinha com temperaturas até 180º C, enquanto o azeite de oliva permanece estável até 150º C. Além de ser o óleo que tem menos gordura saturada, o canola também é fonte de ômega-6 e ômega-3, ácidos graxos essenciais ao ser humano. 

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