''O QUE PODEMOS FAZER PARA QUERER FIRMEMENTE AQUILO QUE RECONHECEMOS SER O MELHOR PARA NÓS E PARA NOSSA ESPÉCIE?''

3 de fev de 2010

DIFERENÇAS BÁSICAS DO LEITE - O MITO E A VERDADE [13 de 17]


A REAL ALIMENTAÇÃO


Fonte: comunidade Santo Daime

autoria do texto Alexandre Azevedo.
O autor agradece toda crítica e sugestão sobre o tema abordado.


DIFERENÇAS BÁSICAS
O leite da vaca é um alimento muito importante, mas para o bezerro. Para a espécie humana o que vale é o leite materno. O cálcio do leite da vaca é muito inferior ao do leite humano, e está ligado à caseína. O homem comete dois grandes erros alimentares no tocante a este assunto: é o único mamífero que continua a tomar leite depois de adulto e, como se não bastasse, ingere leite de uma espécie que não é a sua. Quem já viu um cavalo adulto mamar numa égua, ou uma égua mamar numa vaca? Exceção apenas para animais domésticos (como gatos, por exemplo) que têm seus hábitos alterados pelo homem. Até os animais irracionais, instintivamente, sabem disso.

Um bezerro quando nasce pesa cerca de 40 quilos; um ser humano, cerca de 3,5 a 4 quilos. Um bezerro chega à fase adulta pesando 400 a 500 quilos, dois anos após o nascimento (se for uma vaca olímpica chega aos 900 quilos); o homem torna-se adulto pesando em média 60 a 95 quilos, vinte e um anos depois de nascer.

As pesquisas de evolucionismo nutricional mostram que os homens primitivos ingeriam cinco vezes mais vitaminas e minerais do que ingerimos hoje. Eles não tomavam leite após o desmame nem comiam laticínios. Com isto, evitavam os riscos dos derivados do leite que têm altas doses de gordura saturada”.
Fonte: Jornal do Commercio, edição do dia 31/12/2000, domingo.

Na diabete juvenil, o sistema imunológico destrói as células produtoras de insulina no pâncreas. Sem insulina, o organismo é incapaz de transformar açúcar em energia. O que ninguém sabe é a razão desse ataque imunológico. Uma nova teoria aponta para o leite de vaca e afirma que a diabete é um erro de identidade. Médicos do Hospital de Doenças Infantis em Toronto, Canadá, descobriram que crianças diabéticas têm mais anticorpos do que o normal contra a albumina bovina, uma proteína do leite; o organismo caça essa substância como um invasor.

Por coincidência, parte da molécula do leite é idêntica à superfície das células produtoras de insulina. Portanto, quando por razões genéticas as pessoas são muito sensíveis ao leite de vaca, elas também se tornam sensíveis às próprias células pancreáticas. Se essa conexão for comprovada, eliminar o leite bovino da dieta dos bebês diminuirá consideravelmente a incidência de diabete.
Fonte: Revista Superinteressante, nº 9, set. 1992.

Além do que já é cientificamente comprovado, nota-se, por pura questão de lógica, que o leite da vaca é muito forte para o organismo humano, sendo apropriado ao desenvolvimento de um animal muito maior e mais pesado do que o homem. A caseína faz bem ao bezerro, mas não à criança. Essa é uma das causas da existência de tanta asma, bronquite, crises alérgicas, rinites, sinusites, artrites, etc.

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