''O QUE PODEMOS FAZER PARA QUERER FIRMEMENTE AQUILO QUE RECONHECEMOS SER O MELHOR PARA NÓS E PARA NOSSA ESPÉCIE?''

26 de fev de 2011

Saúde e Alimentação - Prentice Mulford

retirado do www.saudeperfeitarfs.blogspot.com


Saúde e Alimentação

O homem adoece pelo simples motivo que ignora as leis da saúde, ou, quando as conhece, não as observa.

Nosso organismo é constituído de tal forma que nos avisa logo que transgredimos qualquer lei da saúde, porém, no nosso afã de viver, deixamos de atender às admoestações recebidas, preparando-nos assim para a crise chamada doença. A observação, ao menos parcial, de algumas das simples leis que regem a saúde, evitaria muitos males físicos.

Nossos pensamentos modelam nossa fisionomia e dão-lhe a sua expressão peculiar. Os nossos pensamentos determinam as atitudes, o aspecto exterior e até a forma de todo o nosso corpo.

A lei da beleza e a lei da saúde perfeita são uma só. Ambas dependem inteiramente de nosso estado mental, ou digamo-lo por outras palavras: da classe de pensamentos e idéias que projetamos para fora de nós e que de fora recebemos. A expressão de fealdade ou de maldade, que muitas pessoas oferecem, vem geralmente da inconsciente transgressão de uma lei, quer essa expressão se encontre em um jovem ou em um velho. Toda forma de decadência que aparece no corpo humano, toda a debilidade, tudo o que na aparência pessoal de um homem, ou de uma mulher, desperta em nós a repulsão, é o produto do estado mental predominante dessa mulher ou desse homem. O instinto nos leva a desprezar tudo o que é repulsivo e deformado, tudo o que dá sinais de decadência ou de enfermidade. Daí a tendência inata que existe no criatura humana de fugir a tudo o que é imperfeito e de solicitar e de estimar tudo o que é relativamente perfeito.

Cada novo corpo que temos usado, cada nova existência que temos gasto, nada mais é do que uma das várias vestes que o nosso ente espiritual usou; e o que chamamos "morte", não tem sido nem é outra coisa, senão o abandono desta veste, por ignorância dos meios de mantê-lo não só em bom estado, mas também de refazê-lo continuamente e dar-lhe maior força, beleza e vitalidade.

Forçoso é, pois, que cheguemos, se não for nesta, em alguma futura existência, a ser absolutamente perfeitos no físico, porque a evolução da mente, da qual a evolução de nossos corpos é apenas uma muito tosca imagem, se dirige constantemente para o melhor e o mais elevado, buscando as regiões da serenidade absoluta, da felicidade inacessível. Os nossos pensamentos estão sempre modelando os nossos músculos e põem a sua forma e seus movimentos em correspondência com o seu caráter.

Se nossos pensamentos são constantemente amáveis, nosso rosto tomará uma expressão amável; se, porém, a maior parte do tempo permanecemos em um estado mental rancoroso ou mal-humorado, esta espécie de pensamentos fixará em nosso rosto uma expressão antipática. Além disso, esses pensamentos envenenarão o nosso sangue, pois no próprio laboratório da nossa mente teremos gerado elementos tóxicos, embora invisíveis, sem contar que, à medida que formulamos essa espécie de pensamentos, pela lei da natureza atraímos elementos-idéias da mesma classe, formulados pelos outros seres humanos. É como se carregássemos um eletroímã, que é a nossa mente, e, em seguida, atraíssemos todas as correntes mentais da mesma natureza. Se pensamos em assassinatos e em roubos, nos colocamos em correspondência espiritual e em relação com todos os assassinos e ladrões do mundo.

Nossa mente pode, pois, fazer o nosso corpo formoso ou feio, forte ou débil, de acordo sempre com os pensamentos que formula e com a ação que sobre ela exerçam os pensamentos dos demais. Com tanta força opera a idéia ou o modo mental do medo, que várias pessoas, sob a sua ação, se tem tornado em poucas horas inteiramente branco o cabelo, como sucedeu a Maria Antonieta, poucas horas antes de ser guilhotinada. Os pensamentos angustiosos de irritação, de mau humor, afetam perniciosamente a digestão.

A lei do triunfo é a mesma lei da derrota, dependendo apenas do uso que se fizer dela. Envelhecemos porque acreditamos que há de ser forçosamente como a gente o diz. Podemos, portanto, converter a nossa mente em verdadeiro ímã, com o qual atraímos, segundo os nossos pensamentos, saúde ou enfermidade, riqueza ou pobreza, debilidade ou força.

Não se compreende como a humanidade tem podido resignar-se sem mais do que um débil protesto, a que o homem fosse adquirindo, à medida que envelhecia, maior peso e entorpecimento de seus sentidos e movimentos, vivendo nas piores condições, pelo menos metade de sua vida. A essa maior inércia, deu-se o nome de "dignidade". Por conseguinte, a um homem, um pai, um cidadão respeitável, um desses sustentáculos do Estado, convencionou-se que não fica bem correr e saltitar como um rapaz jovem, mas na realidade é porque ele não pode fazê-lo.

Enquanto o espírito e o corpo estiverem recebendo forças de qualquer origem que seja, não podem produzi-las, da mesma forma que o cavalo não pode trabalhar enquanto está comendo. Faríamos, portanto, um dispêndio inútil de forças, se enquanto estivéssemos comendo, a nossa mente estivesse também desagradavelmente ocupada com algum pensamento triste, grave preocupação ou em grande tensão de espírito, relativamente a qualquer assunto. Por essa razão também, o estudar ou ver televisão, enquanto se está comendo, há de acabar por nos causar um gravíssimo dano. Todo mau hábito mental que nos afeta ou domina fisicamente, só pouco-a-pouco e gradualmente pode ser modificado. Há pessoas que irão se gastando e enfraquecendo, sem notarem, devido a esses maus hábitos, até chegar um dia em que o corpo depauperado veja-se completamente abandonado pelo espírito, dando-se o que os homens denominam "morte".

Quando comemos muito depressa, com o espírito cheio de ansiedade ou inquietação, atraímos forças e inteligências que nenhum prazer tomam em nossa refeição e a consideram antes uma operação incômoda e até talvez repugnante, esperando impacientemente que ela acabe o mais breve possível. Quanto mais elevada é a espiritualidade de uma pessoa, mais se depura também o seu paladar. Aquilo em que persistentemente pensamos (como a morte), virá a realizar-se certamente um dia, mais cedo ou mais tarde, no mundo material. Toda idéia ou pensamento acaba convertendo-se em uma parte de nós mesmos.

Os animais, que os homens denominam de irracionais, comem e dormem logo em seguida, e a sua digestão faz-se tão perfeita, completa e tranqüilamente, não só enquanto dormem como quando estão acordados (viva a "siesta"!). Negando ao corpo aquilo que ele nos pede, causamos-lhe grave dado (portanto, vá ao banheiro assim que o seu corpo pedir).

A pessoa que se mostra tão severa com o seu próprio corpo, com certeza o é para com os outros também, e vê sempre com maus olhos todos aqueles que não aceitam nem praticam a sua extrema austeridade. Porém, isto vale também para o Amor.

É evidente que os homens vindouros deixarão de ser carnívoros, tornando-se mais vegetarianos e frugívoros, porquanto gradualmente irão aumentando neles os elementos espirituais, de forma a não terem necessidade do emprego da carne, nem o desejo de comê-la se lhes fará sentir. É uma crueldade enorme e uma grande injustiça tirar a vida física aos animais apenas para satisfazer o nosso gozo.

Não cairemos novamente em nenhuma espécie de excessos quando a mente se tiver elevado muito acima deles (não mais será "a mente que mente"), porque a purificação do espírito é que purifica o corpo e nunca o corpo que corrige o espírito.

O primeiro passo que devemos dar para a obtenção do poder ou faculdade de evitar e curar todas as doenças, consiste em arremessarmos para bem longe da nossa mente a falsa crença de que, com o avançar da idade, a nossa força mental se esvai ou, pelo menos, diminui ou pode diminuir, o que é uma verdadeira impossibilidade. Podemos exaurir e extenuar o corpo físico, debilitando-o, até chegar a morrer, mas a Força invisível e energia mental, que é quem atua nesse corpo e o faz agir, essa nunca enfraquece e nem morre.

Essa força pode chegar a tornar-se incapaz de atuar com eficácia no corpo e pode ser dissipada e perdida em pessoas que dispersam sua energia mental em todas as direções, sem conseguir fixar o pensamento numa só coisa por dez minutos seguidos. A força mental emana de um só centro e, para aproveitar toda a sua energia, é necessário concentrá-la num ponto fixo, sem o que ela se dispersa, perdendo-se miseravelmente. O homem possui uma força mental sempre progressiva e que, sem cessar, essa força pode ser aplicada para fortalecer e dar nova vida ao corpo. Só a posse dessa idéia proporciona-nos já um poder espiritual imenso.

Toda doença tem a sua verdadeira sede na mente (é psicosomática), e que tudo quanto nos ocasiona ou pode ocasionar dor ou miséria para a mente, também será causa de dor e miséria para o corpo. Se nos assustarmos, logo o nosso corpo sente repercutir-se nele o medo, debilitando-se e sentindo esvaírem-se-lhe as forças de tal modo que, muitas vezes, se não o amparam, ele cai inerte por terra (literalmente pode-se "morrer de medo").

É justo e razoável que o corpo, como instrumento natural do espírito, procure gozar de todos os prazeres que não causem dano ao espírito. Não é útil nem proveitoso que o corpo, o instrumento, possa obrigar o espírito, seu senhor, a formular esta ou aquela "petição". O espírito só agirá livremente quando puder formular as suas petições com inteira independência do corpo e das circunstâncias que rodeiam este.

Em estados de excessiva timidez ou depressão moral, a maior parte das vezes temos que lutar mais com o invisível do que com o visível e a realidade física. O poder das trevas, ou antes as inteligências malévolas e invisíveis, que povoam o espaço imenso, se dispersam e emanam em todos os sentidos, esforçando-se por dificultar a realização dos nossos melhores planos ou mesmo deitá-los por terra, investem contra nós, fazendo brecha pelo nosso lado fraco que eles muito bem conhecem, tocam uma das nossas cordas mais sensíveis e criam uma grande dificuldade, onde talvez não houvesse nenhuma. Por que lhes é permitido fazerem isso? Porque temos de criar, por nós próprios, uma força capaz de se opor à sua e neutralizá-la ou anulá-la totalmente. Se estivéssemos e nos sentíssemos constantemente protegidos, nunca adquiriríamos a força necessária para nos defender por nós mesmos. Quando, mediante uma prolongada luta contra um estado de depressão mental ou excessiva timidez, chegamos por fim a adquirir uma tal ou qual quantidade de força, esta força já é propriedade nossa e nunca mais nos abandonará.

Não tentemos fazer tudo de uma só vez, nem pensemos em tudo quanto há para fazer. Proceder desse modo produzir-nos-á tal fadiga e aborrecimento, que constitui uma verdadeira doença para a mente, terminando sempre, sem a menor dúvida, por gerar uma doença física. Se algum dia sentires enfraquecer os teus olhos, não recorras imediatamente aos óculos, qualquer que seja o grau; deixa apenas os teus olhos repousarem durante alguns meses. Nenhum dos órgãos do corpo humano padece tanta fadiga como os olhos, os quais obrigamos a ler as minúsculas letras dos nossos impressos, em geral demasiado pequenas. É como se tentássemos de sobrecarregar os nossos músculos com um peso superior às suas forças.

O cansaço dos olhos pode ser devido a alguma fraqueza do corpo, debilidade que terá talvez como origem, alguma perturbação mental: medo, angústia ou dor, pois toda e qualquer perturbação mental esgota as forças físicas. O repouso é o verdadeiro caminho para que todo o órgão físico sobrexcitado ou excessivamente fatigado possa recuperar as forças e robustez primitivas; portanto, isto mesmo se dá também com a vista. Uma só força invisível, mas sempre a mesma, é que alimenta todos os órgãos do corpo. Ora, usando óculos não descansamos nossos olhos, não estimulamos a sua força própria, aplicando-lhe uma lente artificial, que concentra a luz para lhe fazer ver o que ainda não conseguira fazer ver com a lente natural.

A nossa força mental pode, por si só, arremessar para longe do corpo todos os elementos mortos, ou pelo menos os já inúteis e incapazes de reproduzir a vida. Quando a mente deixa de se utilizar do corpo e este morre, é porque a mente perdeu toda a faculdade de afastar de si as matérias mortas que atrapalham a ação dos órgãos.

É o nosso espírito que alimenta a enfermidade e a saúde. A maioria das doenças que nós padecemos provém da falta de repouso. O verdadeiro descanço é tão necessário para a mente como para o corpo. Só conseguimos viver as nossas dezenas de anos porque descançamos nosso corpo como o nosso jejum noturno diário!

A pausa que se faz entre a entrada e a saída do ar dos pulmões, que deixa em completo repouso os nossos órgãos físicos, descança também a mente. O respirar, com ritmo e profundidade, traz aos pulmões maior quantidade de ar, e o ar é um alimento, mais necessário e indispensável que nosso pão. Os males que o homem sofre atualmente provêem todos, ou quase todos, do mundo invisível.

A excessiva obesidade é proveniente da falta de força para expulsar do corpo as matérias mortas. A magia não é outra coisa, senão o meio de obter resultados materiais, sem a intervenção de agentes físicos visíveis. Todas as coisas do mundo físico se realizam graças ao poder da magia (do mundo invisível). A magia nada mais é do que o uso inteligente das forças que em nós estão latentes ou nos rodeiam. A força mental pode ser acumulada e armazenada por um só ou por muitos indivíduos. O poder mental de Jesus Cristo permitiu-lhe realizar os fenômenos qualificados depois como milagres.

Toda a dor e toda a enfermidade de qualquer natureza, nada mais é do que o resultado dos esforços que o espírito faz para se libertar e purificar, ou para arremessar para longe do corpo tudo o que o molesta ou lhe dificulta a ação elevadora. O nosso espírito é uma coisa muito diversa do nosso corpo. O nosso espírito é uma potência e o corpo é apenas o seu instrumento, que ele utiliza nas fases da sua existência terrena encarnada.

Uma forma, sempre perniciosa e de péssimos resultados, consiste em nos mantermos na crença firme de que somos apenas um corpo físico, o único que pode estar doente, e que a sua cura só depende dos remédios materiais e, se persiste o seu estado de fraqueza e doença, é isso apenas devido a não se acharem os meios de combatê-los eficazmente, sem nunca pensarmos que possa ser o meio pelo qual se lançam para fora do corpo grandes quantidades de elementos físicos, que por ter caído em um estado de inércia ou de morte, não podem já ser utilizados pelo espírito.

Indica isso uma completa ignorância da existência do espírito, e essa ignorância aumenta a intensidade e a mortalidade das doenças físicas, até que por último o nosso verdadeiro e único poder, o espírito, se torna incapaz de sustentar por mais tempo um corpo semimorto e, por fim, o abandona, como quem se alivia de uma carga excessivamente pesada. É a este ato do espírito que chamamos de morte, mas na realidade é apenas o abandono, pelo espírito, de um fardo que já não podia carregar.

Muitas pessoas que apenas chegaram aos sessenta anos, andam curvadas ou cabisbaixas e vacilantes, ou têm fraquíssimos os sentidos físicos; são verdadeiros expemplos vivos de que o espírito que utilizam tais corpos está na mais completa ignorância de que possui poder suficiente para recuperar e regenerar esse mesmo corpo, de forma que agora todo esse poder, precisamente por ter acreditado exatamente no contrário, foi empregado na destruição do próprio corpo.

A cada elemento de verdade que o espírito absorva e incorpore em si, sofrerá também o corpo uma favorável e feliz transformação: os nossos músculos, o sangue e os nossos ossos são a expressão material e a correspondência física da ordem de pensamentos que prevalece em nós. Se o que constitui a matéria invisível da nossa personalidade mudou, há de forçosamente mudar também a parte visível do nosso ser, pois ambas estão sempre em perfeita correspondência.

Toda a dor vem do esforço empregado pelo espírito para infiltrar nova vida a qualquer parte do corpo. E quando cessa o espírito em seus esforços, chega ao fim toda a dor e produz-se a insensibilidade total do corpo, sinal da morte física. A enfermidade é a "verdadeira terapêutica" em execução. O espírito que aceitar os velhos erros da humanidade, indubitavelmente fará adoecer, por mais forte e resistente que seja, o corpo de que se utiliza. Quando o espírito adoece, o corpo também acaba por adoecer.

Os períodos de doença física, porém, acabam sempre por trazer-nos uma saúde mais perfeita, devido ao fato de que, se a mente segue na direção boa e reta, impulsiona o corpo para segui-la. O espírito busca a maneira de pôr o corpo em perfeita concordância consigo mesmo e tenta expelir dele todos os velhos pensamentos de morte em que o corpo tem sido educado (Viva à imortalidade física!!). Só o que tem por base a verdade, pode ser eterno. A doença é apenas um meio para a renovação das partes velhas do corpo.

Nada há de novo debaixo do sol, dizem, e é certo; mas há inúmeras coisas ainda atualmente desconhecidas para nós e que, quando as conhecermos nos maravilharão, tão novas elas nos hão de parecer. Não nos é possível apoderarmos de uma só vez do "elemento novo". Só podemos receber a verdade em pequenas doses, pouco a pouco, pois que uma inesperada claridade, demasiado viva, pode cegar-nos. Assim, uma súbita revelação das possibilidades da vida, que não esperávamos nem para a qual estávamos preparados, seria forçosamente origem de transformações físicas, também excessivamente súbitas, capazes de produzirem um verdadeiro desequilíbrio entre o espírito e o corpo e até destruir inopinadamente este último.

Esse abandono dos elementos velhos para serem substituídos por outros novos, há de ser sempre obra de um processo perfeitamente graduado. Sucede mesmo com a digestão. Alimentos em excesso, tomados de uma só vez, perturbam as funções do estômago e muitas vezes lhe causam grandes dores. Toda idéia é uma força e é inconveniente receber maior quantidade de força do que aquela que se pode apreciar bem e utilmente, pois a força excessiva antes contribuirá para a destruição dos tecidos do corpo, do que para a sua conservação.

Uma criança criada na crença de que só o corpo físico constitui o seu verdadeiro ser e que esse corpo nenhum poder encerra, não só contém em si própria o que poderia ser chamado "a semente de todas as enfermidades", mas também dirige quase todo o poder do seu espírito pelos piores caminhos, alimentando e fortalecendo toda a espécie de enfermidades até chegar, afinal, a fazer o seu próprio corpo inabitável para o espírito.

Milhares de mancebos e donzelas fortes e sãos vivem na crença errônea, de que, chegando aos cinqüenta anos, este seu vigor atual começará a cair, o que engendra a sua crença, cada vez mais firme, na doença e na morte. Estes jovens não estão conscientes de que podem manter em bom estado o seu corpo, durante todo o tempo que lhe aprouver (imortalidade física!). A maioria não admite, nem sequer um momento, considerar uma idéia nova como uma possibilidade verdadeira. Não há nada mais perigoso do que permanecer neste estado mental, sem dar lugar a quaiquer reflexões, repelindo toda a idéia nova ou ainda pouco conhecida.

"A verdade far-nos-á livres", está escrito nos textos bíblicos, e certamente assim é. A verdade libertar-nos-á de todas as variadíssimas formas que o sofrimento moral ou físico toma. E quando o Espírito divino dominar completamente dentro de nós, terão as lágrimas deixado para sempre de brotar dos olhos dos seres humanos; completa e eternamente feliz será então a humanidade.

Um grande abraço, Rui.

Fonte:
Prentice Mulford, "Leis da Saúde e da Alimentação" (Extraído do livro Nossas Forças Mentais), Editora Prof. Francisco Valdomiro Lorenz, 2005.

Um comentário:

Higeia disse...

A ideia de que a doença é para combater a todo o custo, está muito generalizado. Quando é que a Humanidade vai perceber que a doença é "amiga" da Saúde?

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