''O QUE PODEMOS FAZER PARA QUERER FIRMEMENTE AQUILO QUE RECONHECEMOS SER O MELHOR PARA NÓS E PARA NOSSA ESPÉCIE?''

13 de nov de 2011

um poema de momento espiralado...

ja é sabido,
basta se movimentar,
basta desfrutar,
de todos os frutos e ervas,
logo ali no pé de uma arvore,
no topo de umas folhas,
é so observar,
veja os pássaros,
veja o ar doce exalando-se do nucleo reprodutor de uma flor roxa,
respire a cor viva de um caqui alaranjado com formato de estrela.

Como ja foi dito,
''Eles não tecem nem fiam'',
o amanha não existe,
o passado é uma das imaginações,
e o agora é sua única corrente de pensamentos,
onde TUDO acontece e desaconteçe simultaneamente.

Existentes oportunidades são somente a mais pura realidade,
basta observar,
pois não importa o lugar,
só importa que você seja você mesmo!
já é sabido que além de tudo sempre há algo a mais.
sem existir raça, classe ou idade.

Desacredite e se movimente para sentir o que te prende,
veja que o tempo é irrelevante,
que egoismo é uma ilusão,
e que o medo é um transformador.

Relatividades permeiam tudo,
assim nada é como dizer que é,
a pratica vivifica a alma.

Recomende a paz,
simplicidade a todos os seres do universo,
a todos os seres de todos os multiversos,
com toda atençao,
você é um momento do aqui e do agora,
sem duração ou resultado,
fluindo em qualquer direção,
lição aprendida com as nuvens e riachos,
seguindo a canção dos ventos dos anjos da paz,
sem começo e sem finais,
tudo se transformando e ao mesmo tempo se criando,
bastando não se lamentar,
vivendo sem ansias futuras,
germinando com o adubo do que passou,
regada pela luz da divina consciencia presente da individualidade coletiva,
e assim ir sendo até a espiral se tornar inversa e até que o nada seja o tudo.







13:35 - 13/11/11- domingo, com nuvens espessas, vento fresco e passaros na janela.

3 de nov de 2011

uma historia qualquer de tempos remotos - parte3

Alem de tudo, nos dias em que a natureza fazia arco-iris sem começo nem fim, era o dia da alegria constante, não havendo nenhuma tarefa a ser realizada, todos se dissipavam pelos arredores, sozinhos ou pequenos grupos, explorando a alma flores, os insetos das cascas de arvores, a areia magnetica da praia, os lodos verticais das cachoeiras, a roda gigante de agua, a pedra solitaria da duna, era o dia em que se observava tudo ao redor, isso era frequente. O real sentido é simples e mentalmente certo, fazer o nada, agindo na não ação.

Nesse dia, os ancioes fitavam para o horizonte, observando montanhas tão distantes que eram nuviadas e cinzas.

Em um silencio verbal praticamente absoluto, somente quebrado quando alguma criança passava seguindo borboletas e gatos, um dos ancioes sussurou em tom suave e leve: o momendo das revelações está chegando, estão sentindo o mesmo que eu? vamos levantar e preparar para ir.

Todos se olharam , levantaram, fizeram um trouxa leve e pequena, e andaram em direção a praia. Ja era fim do sol e observaram de pé no barco os ultimos instantes da matiz dourada incandescente que louvava a saida deles em equinocio.

Após o sol encerrar seu brilho de fotons, todos sorrindo deram aceno de despedida pra eles, de cima do monte, todos sorrindo começaram a percorrer seu caminho, os insetos ja chamavam a noite, os animais se entocaram, e a lua do outro lado, começava a sorrir, alguns foram preparar os frutos para o jantar, outros contiavam sua jornada observatória até que perdesse a vontade, outros iam dormir, e outros alem de todos, iam meditadar no salão das paredes roxas, uma grande sala esculpida naturalmente num bloco gigante de Ametista, proveniente de origem absoluta e enigmática por todos os conscientes.

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