''O QUE PODEMOS FAZER PARA QUERER FIRMEMENTE AQUILO QUE RECONHECEMOS SER O MELHOR PARA NÓS E PARA NOSSA ESPÉCIE?''

3 de nov de 2011

uma historia qualquer de tempos remotos - parte3

Alem de tudo, nos dias em que a natureza fazia arco-iris sem começo nem fim, era o dia da alegria constante, não havendo nenhuma tarefa a ser realizada, todos se dissipavam pelos arredores, sozinhos ou pequenos grupos, explorando a alma flores, os insetos das cascas de arvores, a areia magnetica da praia, os lodos verticais das cachoeiras, a roda gigante de agua, a pedra solitaria da duna, era o dia em que se observava tudo ao redor, isso era frequente. O real sentido é simples e mentalmente certo, fazer o nada, agindo na não ação.

Nesse dia, os ancioes fitavam para o horizonte, observando montanhas tão distantes que eram nuviadas e cinzas.

Em um silencio verbal praticamente absoluto, somente quebrado quando alguma criança passava seguindo borboletas e gatos, um dos ancioes sussurou em tom suave e leve: o momendo das revelações está chegando, estão sentindo o mesmo que eu? vamos levantar e preparar para ir.

Todos se olharam , levantaram, fizeram um trouxa leve e pequena, e andaram em direção a praia. Ja era fim do sol e observaram de pé no barco os ultimos instantes da matiz dourada incandescente que louvava a saida deles em equinocio.

Após o sol encerrar seu brilho de fotons, todos sorrindo deram aceno de despedida pra eles, de cima do monte, todos sorrindo começaram a percorrer seu caminho, os insetos ja chamavam a noite, os animais se entocaram, e a lua do outro lado, começava a sorrir, alguns foram preparar os frutos para o jantar, outros contiavam sua jornada observatória até que perdesse a vontade, outros iam dormir, e outros alem de todos, iam meditadar no salão das paredes roxas, uma grande sala esculpida naturalmente num bloco gigante de Ametista, proveniente de origem absoluta e enigmática por todos os conscientes.

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